MSQRD – O App que Vai Fazer Você Dar Boas Risadas

MSQRD, desenvolvido pela Masquerade, é hoje o app #1 na AppStore em vários países. Você já conhece o aplicativo?

O app, em tempo real, através de reconhecimento facial, te transforma em diversos personagens renderizados em 3D. Faça selfies e grave pequenos vídeos. É diversão garantida.

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O aplicativo possui um ótimo desempenho. Testei em um iPhone 6 com o iOS 9.2 e a performance é muito boa. Praticamente não há lags (não apresenta travamentos). A interface é bem simples e intuitiva e as animações são de muito boa qualidade. A gravação de vídeo em tempo real também é bem suave.

Não é o primeiro app do gênero, mas com certeza é o que faz isso da melhor maneira até agora.

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Pra não dizer que tudo são flores, as imagens (750 x 750) e vídeos gerados são de baixa qualidade. Não espere nada em HD, mas a qualidade é suficiente para utilizar as imagens em redes sociais. Ah, e o app coloca uma pequena marca d’água no canto da imagem. Mas está ótimo para ser gratuito.

E ele não tem as chatas propagandas que muitos apps gratuitos colocam. Também não tem conteúdo pago.

Por enquanto só está disponível para iOS. Baixe aqui e divirta-se.

 

por Rodrigo Mulkey

Um Grande Erro da Apple (sugestão de melhoria no futuro)

Você já perdeu ou teve o seu telefone roubado?

Já sou desenvolvedor de aplicativos fanboy da Apple iOS há mais de 5 anos e por motivos profissionais, sempre tive que ter um iPhone para testar os meus apps. E só quem já teve um iPhone roubado sabe do transtorno (e do prejuízo) que é.

O primeiro passo é acessar o iCloud e em seguida, o aplicativo Find My Phone, que vai te dar a geolocalização do seu dispositivo. De vez em quando utilizo ele até para achar o meu telefone dentro de casa, pois há a opção de emitir um som. =P

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E a primeira coisa que você nota é que o celular foi desligado pelo “novo dono”.

E o Find My Phone perde a sua utilidade, pois não dá mais para rastrear. E hoje qualquer pessoa pode desligar um dispositivo iOS, pois atualmente o aparelho não pede senha para ser encerrado.

Porém li no 9TO5Mac uma sugestão de funcionalidade interessante: forçar o usuário a desligar o seu telefone usando o Touch ID ou o Passcode (senha numérica de 4 dígitos). Dessa forma, o celular não poderia ser desligado assim que é encontrado e ficaria atualizando a localização do aparelho até a bateria acabar (não é muito tempo no caso dos iPhones, mas já ajuda :P).

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Deixando bem claro que essa não é uma solução perfeita, pois o ladrão poderia imediatamente remover o cartão SIM (sim, tudo bem, as vezes não tem um clipe de papel por perto pra ele entortar e enfiar no buraco para remover o cartão).

Ao remover o SIM, o aparelho pára de enviar updates de localização pro iCloud. Mas essa medida aumenta um pouco a dificuldade. E quem sabe se com o lançamento do e-SIM (leia mais aqui) o problema poderia ser resolvido.

E sem contar que ele também poderia desligar via hardware, o que exigiria que ele tivesse um kit de ferramentas. É mais fácil ele estourar o celular no chão. =P

É claro que as vezes isso poderia te desacelerar em casos que você precisa desligar o telefone rápido. Por exemplo: ao derrubar o telefone na água. Mas como os iPhones 6/6S se saem muito bem em testes debaixo d’água, isso não deve ser um problema pra maioria.

E aí, o que você achou da sugestão? Confesso que já tive essa idéia antes (Vanessa é prova) e foi interessante ver a mesma idéia em um dos maiores blogs de usuários da Apple. Acho que iria dificultar a vida dos meliantes (e talvez colocar alguns atrás das grades). =]

fonte: http://9to5mac.com/

por Rodrigo Mulkey

Uber e Apple Pay – Andar com carteira pra quê?

Aqui é o Rodrigo novamente. Estou começando a pegar gosto pelos posts. 🙂

Nessa semana aconteceu algo um pouco inusitado. Eu esqueci a minha carteira no quarto do hotel. Só me dei conta desse detalhe quando fui sair pra almoçar com os colegas. Eu não precisei de dinheiro pro taxi pela manhã porque pego Uber todos os dias pra ir e voltar e o pagamento já é feito diretamente no meu cartão de crédito. Adoro o Uber. Acho muito prático o fato de que não preciso abrir a carteira, andar com dinheiro, ter dinheiro trocado, esperar pelo troco, etc. Não vou entrar na discussão que está rolando no momento no Brasil e nem tomar partidos. O fato é que o serviço já está bem consolidado aqui e é utilizado amplamente em +300 cidades no país.

Quando saí pra almoçar e fui dar aquela velha apalpada pra ver se a carteira estava lá, tomei aquele susto. Depois lembrei que por sorte, eu já havia cadastrado o meu cartão de débito no Apple Pay e o meu local de trabalho, o Whole Foods (cadeia de supermercados orgânicos) aceita esse tipo de pagamento. Logo, não passei fome =P E é muito simples e rápido. O pagamento é feito por NFC e basta aproximar o celular da máquina de cartão.

E quando larguei do trabalho, peguei um Uber novamente. E não precisei da minha carteira pra nada durante o dia inteiro.

E essa é a tendência. Com o Passbook, não precisamos carregar ingressos e tickets de embarque, entre outras coisas. E se você tem preocupações com segurança, o Apple pay utiliza a biometria (sua impressão digital) para ativação e utiliza rigorosos processos de segurança e privacidade, como você pode ver no trecho abaixo:

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“Segurança e privacidade estão no centro do Apple Pay. Quando você está usando o Apple Pay em uma loja, restaurante ou outro estabelecimento comercial, os caixas não veem mais o seu nome, número do cartão de crédito ou código de segurança, ajudando a reduzir o potencial das fraudes”, disse Eddy Cue, vice-presidente sênior de Software e Serviços de Internet da Apple. “A Apple não coleta sua história de compras, portanto não sabemos o que você comprou, onde comprou ou o quanto pagou. E, se você perder seu iPhone ou se ele for roubado, você pode usar o aplicativo Buscar iPhone para imediatamente suspender os pagamentos a partir daquele dispositivo”.

E a lista de estabelecimentos que aceitam Apple Pay só faz crescer. Se quiser aprender um pouco mais, confira esse link:

http://www.tecmundo.com.br/apple-pay/63027-funciona-apple-pay-o-novo-sistema-pagamentos-iphone.htm

Review do Apple Watch

Aqui é o Rodrigo mais uma vez. Em abril fizemos um post sobre o Apple Watch algumas semanas antes do seu lançamento. Até então não sabíamos muito sobre ele. Utilizei um por uma semana no trabalho (estou desenvolvendo uma aplicação no relógio para a cadeia de supermercados orgânicos Whole Foods nos Estados Unidos) e quis trazer aqui algumas impressões sobre o mesmo.

Estou utilizando o modelo Sport de 42mm, que custa $ 399.00. A pulseira é bem confortável. A sincronização com o iPhone é bem simples e rápida. Foi só tirar uma foto da tela do relógio, adicionar uma senha (passcode) e em segundos o relógio já estava pronto para usar.

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A interface é bem simples e gostei muito do ForceTouch, que detecta a intensidade do toque na tela.  O que deixou bastante a desejar são os aplicativos. Baixei alguns dos mais populares e não vi nada de novo ou diferente do que os aplicativos do iPhone fazem. O app de fitness é uma das exceções e tem algumas funções bem legais, como a contagem de passos e distância percorridos. O relógio sabe quando você está sentado ou em pé e eventualmente te manda avisos de que você está sentado a muito tempo. Uma das coisas que mais gostei foram as notificações. O relógio vibra bem leve e você não precisa tirar o celular do bolso apenas para ver que tipo de notificação você recebeu. Bom pra quem por exemplo está em uma reunião e rapidamente pode filtrar a importância do conteúdo que recebeu. Legal? Sim. Util? Um pouco. Justifica o investimento? Não…

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Moto 360

O design também deixa um pouco a desejar. É muito quadrado. Gosto de relógio com cara de relógio. Explico. Gosto muito do design do Moto 360, que a princípio parece um relógio comum. Porém o Moto 360 perde no quesito funcionalidades. E aí, você compraria um smartwatch? Eu ainda não estou totalmente convencido. Talvez mais um tempinho utilizando ele aqui no trabalho me convençam.

Mulkey

Apple Watch – Vale a pena?

Olá pessoal,

Aqui é o Rodrigo mais uma vez. Eu e Vanessa somos bem ligados aos produtos da Apple e hoje inicia-se o período de pré-vendas do Apple Watch. O relógio só estará disponível mesmo no dia 24 de Abril aqui nos Estados Unidos e no Brasil ainda não há previsão. Naturalmente nos veio a questão de se vale a pena comprar e quais são os benefícios do relógio.

O Apple Watch é oferecido em dois tamanhos de tela: 38mm e 42mm. Há 3 modelos: Sport, Watch e Watch Edition. O modelo mais básico é o Sport e no tamanho 38mm ele está sendo vendido por $ 349,00. No câmbio atual, com o dólar cotado a R$ 3,08 e após todas as taxas, o valor aproximado é de R$ 1.200,00, comprando aqui nos Estados Unidos. O valor de mercado no Brasil será bem mais alto. Levando em consideração a diferença de preços praticada nos iPhones, o custo deverá ser de cerca de 2 mil reais, podendo chegar a 2.500 reais. Isso mesmo. E esse é o modelo mais básico. O Sport de 42mm custará $ 399,00.

Na sua versão Watch, ele custará $ 549,00 (38mm) e $ 599,00 (42mm). É bem próximo do valor do iPhone 6. Já a Watch Edition tem modelos que custam até $ 17.000,00. É o valor aproximado de um Honda Civic 0KM aqui.

Agora que já falei dos valores, vamos falar do que o Apple Watch é capaz de fazer. Ele trabalha integrado com o iPhone, sincronizando os dados por uma combinação de Bluetooth e Wi-fi. Ele será capaz de exibir as suas mensagens, notificações de aplicativos e ligações. Você poderá fazer pagamentos com o Apple Pay, fazer o checkin na sua companhia aérea com o Passbook, ouvir música, monitorar suas atividades físicas e muito mais. Já existem vários aplicativos sendo desenvolvidos para o relógio, incluindo Instagram, Uber, Nike + e muitos outros.

Ah, e ele serve também para ver as horas =P

O relógio precisará ser carregado diariamente, com a duração aproximada de 18 horas de bateria.

E respondendo a pergunta inicial, por enquanto eu e Vanessa achamos que não. Mas e você, o que acha? Pode deixar as sua opinião nos comentários.

Mulkey